Tal como Martinho da Vila,
também quero esconder-me
debaixo dessa saia, não para fugir
ao mundo, mas para louvar quem
ao mundo me trouxe, me protegeu
de todos os males, me alimentou
com o seu próprio corpo.
Tal como Martinho, conto com ela,
porque sei que o que me quiserem
fazer, ela me
defenderá, do céu
à terra virá e só no seu ventre não
me colocará, pois, morta está,
mas o seu amor me protegerá.
Jorge C. Chora
16/10/2026

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